Por Fabiano Negri
Ápos 6 anos de seu ultimo lançamento de inéditas ( Down to Earth que alguns gostaram e outros nem tanto ) o Madman volta com Black Rain.
E trata-se de uma grande volta, pois mostra um OZZY OSBOURNE bastante revigorado em relação ao que lançou Down to Earth em 2001, época em que ele estava passando por sérios problemas de saúde.
Not going away: uma música muito pesado e moderna ( o que pode desagradar alguns radicais ) com a guitarra de Zakk Wylde com um timbre um pouco diferente do que ele tem usado mas arrebentando tudo e Ozzy com um vocal muito agressivo. Um bom cartão de visitas.
I don´t wanna stop : o single, música de fácil assimilação com aquele refrão que gruda na cabeça na primeira ouvida.
Black rain: Música bem trabalhada com letra anti-guerra, possui um bom refrão com ótimos backing vocals.
Lay your world on me : A primeira balada, conta um timbre bem legal de bateria e uma bela melodia de Ozzy. A letra fala sobre a batalha de Sharon contra o câncer.
God bless the almighty dollar : a melhor do CD, em seus 7 mim. desfila diversos climas, que tem como tema central um ótimo groove de baixo de Blasko. Ozzy coloca uma das melhores interpretações de sua carreira. Só essa já valeria a compra do CD.
11 Silver : Música rapida com a melhor performance de Zakk Wylde em todo o trabalho, alías nesse CD Zakk deu muito mais atenção as texturas de guitarra do que aos solos em si.
Civilize the unverse : Música bem climática que tem o melhor refrão do CD. Impossivel não sair cantando depois da primeira ouvida.
Here for you : Balada bem ao estilo Ozzy. É uma homenagem aos fãs, com belo solo do Zakk, simples mas muito bonito.
Countdown´s begun : Bom riff de ínicio e outro bom refrão.
Trap Door : Bem moderna e cheia de diferentes climas tambem, fecha muito bem o CD.
Ozzy sempre lança bons trabalhos e este não é diferente e alem disso ele é um artista que sempre tenta reinventar e modernizar seu som sem perder as carcterístcas que o tornaram um dos maiores dentro do Rock.
Se vc acha que para gravar um bom CD o Ozzy deveria regravar o Blizzard of Ozz ou o No more tears, passe longe. Se esse não for o caso corra e compre o seu.
9.0/10.0
sexta-feira, 8 de junho de 2007
Humanity Hour 1 - Scorpions-2007

Este review foi enviado por um usuário do site, não tendo sido corrigido ou alterado por nossa equipe, e reflete apenas a opinião do autor.
Por André Camargo Rodrigues
Scorpions - Humanity Hour 1 Review
Primeiro este CD é diferente do Unbreakable, portanto não é tão simples de ser analisado. O Unbreakable foi um retorno ao Hard Rock e naquela época o SCORPIONS fez o básico para não errar. O Unbreakable é um disco rico em Riffs, mas muito pobre na produção. Poucos solos, desperdício levando em conta Matthias Jabs que é um excelente guitarrista solo. O Humanity, pelo contrário é super produzido. Quando soube que Desmond Child iria produzir este disco chorei, pois este cara é um hitmaker e o SCORPIONS precisava se distanciar deste tipo de música comercial e manter-se dentro do Hard Rock. Mas este indivíduo calou minha boca, mas repito, ele jamais terá meu respeito rsrsrs.
Vamos ao disco, música por música:
1. Hour 1: Comecei gostar de SCORPIONS por volta de 1993, com o álbum Face The Heat e esta música me lembra muito este disco. Poderia estar nele sem problemas. Inicia apenas com bateria e logo entra os riffs executados pelo Rudolf. Excelente vocal e melodia. Um bom solo do Matthias, aliás, não ouvia um como este desde o álbum Pure Instinct (1996). Música bem heavy e bem pouco comercial.
2. The Game Of Life: Esta música no primeiro segundo me leva aos álbuns clássicos dos Scorpions. Excelente riff seguido de um solo intro. Boa melodia, bons vocais, gruda um pouco na cabeça, mas com um solo muito simples (único ponto negativo dela). Provavelmente no show esta música deve ficar maravilhosa, mas ficou devendo no solo.
3. We Were Born To Fly: Infelizmente esta música não é boa, não que seja ruim, mas muito aquém do resto do disco. Solo medíocre executado em cima de bends. Ela é muito repetitiva, provavelmente a melhor música para rádios de hoje em dia... rsrsrs.
4. The Future Never Dies: Primeira balada do disco e que balada. Começa com teclados e muito lenta, mas aos poucos progride em um refrão forte, melódico e pesado. Excelente solo, apesar de muito curto. Esta música me leva aos anos setenta quando o mestre Uli Jon Roth ainda estava na banda. Como Klaus Meine cantou nesta música???
5. You're Lovin' Me To Death: Hard Rock no melhor estilo Scorpions, bons riffs, bom verso e refrão, Klaus Meine em boa forma apesar dos quase 60 anos. Solo novamente muito curto, mas com uma excelente progressão melódica. SCORPIONS tradicional, apenas com as guitarras mais graves (característica do álbum inteiro).
6. 321: O que eu disse para “You're Lovin' Me To Death” repito para esta, apesar desta possuir mais peso e um solo muito melhor e mais elaborado. Musica bem heavy rock e excelente para shows. Talvez a melhor música do disco (cada vez que escuto o disco mudo de opinião quanto a melhor).
7. Love Will Keep Us Alive: Música digna de FM... gostaria que a música “Cold” estivesse no álbum no lugar desta faixa ou “We Were Born To Fly”, mas como não está vamos falar sobre ela. Excelente melodia, bem estruturada, bom vocal, solo pobre, mas o principal, definitivamente esta música não é uma música dos Scorpions, só ouvindo para compreender, não é uma faixa ruim, mas não é Scorpions...
8. We Will Rise Again: Esta faixa alterna momentos bem heavy com passagens lentas. É uma música bem interessante. Bom solo e excelentes riffs. Uma música muita bem cadenciada, vale a pena ouvir para entender o que quero dizer. Inovadora para a banda, alguns vão torcer o nariz, eu gostei.
9. Your Last Song: Excelente balada no estilo Scorpions. Música com uma melodia muito bela e com a assinatura característica da banda em baladas. Não está no mesmo nível da “The Future Never Dies”, mas ainda sim é uma boa música.
10. Love Is War: Outra música que me impressionou. Não é pesada e nem é leve, é mais cadenciada e arrastada. Novamente sinto que estou ouvindo uma música da década de setenta, talvez Rainbow ou Whitesnake ou SCORPIONS rsrsrs.
11. The Cross: Esta música me causou medo, pois li na internet que Billy Corgan do Smashing Pumpkins participava da música. Sorte que este indivíduo não estragou nada com a falta de talento dele. É uma música bem SCORPIONS com Billy Corgan fazendo um backing vocal em determinado momento da música sem estragar nada. Termina com Jabs “fritando” a guitarra como nos bons tempos. Outra música bem heavy.
12. Humanity: Esta música foi o primeiro single do disco. Ela conecta a década de 80 com a atualidade. Música boa, mas sem muito o que dizer. Começa leve e ganha corpo no refrão, uma power ballad comum. Solo muito simples e longe de ser o melhor que o Matthias pode fazer. Música radiofônica, mas boa.
De modo geral é um ótimo disco, Klaus Meine fazendo o melhor com seu vocal bem característico (apesar da idade já pesar e os tons mais altos estarem cada vez mais distantes, ele canta mais do que toda nova safra de vocalistas do rock em geral). Rudolf e Matthias provando porque são eternizados como uma das melhores duplas de guitarra da história do Heavy Rock apesar de abusarem de afinações mais baixas no disco inteiro. Vale ressaltar duas coisas: primeiro a positiva, James Kottak e Pawel Maciwoda fizeram um trabalho muito competente fazendo com que a cozinha aparecesse como poucas vezes na carreira dos Scorpions. A negativa, as composições não seguiram a tradição de serem escritas pelo time Meine/Schenker pela primeira vez desde 1972. As letras são boas e abordam temas cotidianos da Humanidade (Não Diga!!!), mas é possível notar que o conceito foi concebido pelo Desmond Child e desenvolvido com os membros dos SCORPIONS . Está muito longe de ser um Blackout, mas mesmo assim provavelmente será o melhor disco de Hard Rock do ano.
Agora vamos verificar análises de alguns albuns: Opiniões de Internaltas na web
Mais dá para você ler e analizar de acordo com suas perspectivas.
The Gathering perde a vocalista Anneke e ela monta nova banda

Mais uma baixa no mundo de bandas com vocalistas femininas, mais felismente surge uma nova banda;A vocalista Anneke van Giersbergen deicidiu deixar o THE GATHERING, para "buscar novos objetivos na vida e na música", conforme disse em comunicado oficial.
"Durante todos estes maravilhosos anos em que fiz parte da banda, sempre acreditamos na sinceridade, tanto em nível pessoal quanto musical, e sempre dei cem por cento de mim para o grupo e sua música", afirmou Anneke.
"No último ano conclui que era chegada a hora de me concentrar em mim mesma e em minha família, e de forma a ser honesta comigo, com a banda, a equipe técnica e os fãs, não vejo outra opção senão sair e buscar meus objetivos" disse a vocalista, concluindo que amou os treze anos em que esteve no THE GATHERING, que a decisão foi muito difícil de ser tomada, mas como foi algo feito com o coração ela acredita que tenha sido a correta, e conclui desejando o melhor a todos seus agora ex-companheiros.
Por outro lado, os integrantes remanescentes afirmaram que estão tristes pela saída de Anneke, mas que a banda não vai se abalar e continuará trabalhando em seu novo disco, com lançamento previsto para o próximo ano. "Gravamos grandes álbuns e fizemos shows fantásticos, do qual temos muito orgulho, e desejamos o melhor para Anneke" publicou a banda em nota no site oficial, reiterando ainda que a despedida da vocalista será realizada no Anakkarock Festival da Finlândia em 4 de agosto, e que um DVD e um CD duplo ao vivo serão lançados ainda este ano.
Anneke já anunciou que formou uma nova banda chamada AGUA DE ANNIQUE, onde além de cantar tocará piano, e será acompanhada por Joris Dirks na guitarra e vocal, Jacques de Haard no baixo e Rob Snijders na bateria. "Nos últimos dez anos venho transformando vários sonhos e experiências em canções. E comecei a registrar algumas delas nos últimos seis meses", comentou. "Então formei esta banda para me ajudar a musicar estas canções, que sairão ainda em 2007 em um álbum chamado 'Air', onde além do talento das pessoas que me acompanham, uma série de amigos me ajudam: Kristin Fjellseth faz alguns vocais adicionais, Jeffrey Fayman contribuiu com um arranjo de cordas para uma canção intitulada 'Ice Water', Heleen de Witte cuidou das partes de flauta e Timothy Conroy tocou trompete", finalizou Anneke.
Vamos Lutar por um Rock Limpo Sem drogas e demônios
Rock pela paz,trabalho digno,honra e vitórias, nada de drogas bebidas e cigarros.Letras de paz sem demônios e bruxos.
Rush: foto de novo kit de bateria de Neil Peart (Rush)





O Cara é uma lenda viva da Bateria no cenário mundial, ele é considerado hoje o melhor baterista da atualidade.
A foto mostra a nova bateria de Neil Peart, do RUSH, customizada com o tema do novo álbum, “Snakes & Arrows”. A pessoa na foto é Lorne Wheaton, técnico de bateria de Peart.E veja as fotos como o man drum é uma fera.
O vocalista Corey Taylor (SLIPKNOT, STONE SOUR) pode ser o novo vocalista do Anthrax





O vocalista Corey Taylor (SLIPKNOT, STONE SOUR) confirmou em entrevista à Rock Hard alemã que está trabalhando com o ANTHRAX. Nas palavras do próprio:
"Eu sou realmente um ótimo amigo destes caras [integrantes do ANTHRAX]. Isso tudo começou como uma piada. E então, quanto mais falávamos sobre o assunto, mais sério ficava. Eu irei, no minímo, ajudá-los. Sei que trabalhamos em cerca de oito ou nove músicas juntos para as quais escrevi as letras, e havia uma música que, na verdade, eu tinha composto para eles, e que eu lhes daria apenas o instrumental, e uma vez que isso aconteceu, tive que retornar e escrever as letras também, por conta própria. É uma dessas coisas em que apenas tocaremos por ouvido e veremos no que vai dar. Não há nada definido. É algo que vimos conversando, e que queremos fazer. Porém, estou em duas bandas enormes agora [STONE SOUR e SLIPKNOT], e praticamente mal tenho tempo para dormir, então imagine integrar uma nova banda. Estarei ocupado, decerto. Estou honrado apenas por eles terem me considerado. Estas são pessoas às quais cresci escutando, e estes são caras que eu tive o previlégio de conhecer de verdade. Tê-los olhando para mim e dizendo "Sabe de uma coisa? Adoraríamos trabalhar com você!" é uma imensa honra. Faz-me sentir ter feito um grande progresso em minha vida".
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